terça-feira, 21 de junho de 2011

mano. :c

Por vezes dou por mim a pensar: « será que ele está bem ? » « que estará ele a fazer ? » ou até mesmo quando estou a ouvir uma música, penso: « será que ele iria gostar desta música ? ». São estas pequenas perguntas que se formam na minha cabeça mas não passam disso, de perguntas, perguntas sem resposta...
Gostava de saber como estás, saber o que gostas e não gostas, saber o que fazes da vida, saber se és feliz. Gostava tanto de te ver !
Ninguém tem a culpa do que aconteceu, pelo menos, eu não culpo ninguém e, tu, se culpas, estás a ser muito injusto. A vida é assim, conhecemos pessoas e, sem mais nem menos, elas desaparecem sem deixar rasto, sem darem qualquer sinal e, apesar de eu não culpar ninguém pelo facto de me teres deixado, parte de mim, culpa-te por não saber nada de ti.
Quando foste, eu tinha para aí quatro, cinco anos. Não me lembro de nada, o que sei, vem do que me dizem e, mesmo assim, é preciso perguntar, caso contrário, ninguém me esclarece...
Talvez por saberem tanto ou menos do que eu, não sei. Só sei que dava tudo para te conhecer, para te poder ver, poder abraçar, nem que fosse só uma vez...
Quando penso em ti, sinto um vazio dentro de mim, sinto uma saudade tão grande que parece que se apodera de mim sem eu dar conta, sinto vontade de chorar. :x
Muita gente pode pensar: « como é que sentes saudades se nem o conheces ? ». Pois, eu também me questionei sobre isso mas a verdade é que sinto e não são poucas !
O que eu mais queria era encontrar-te, abraçar-te e nunca mais me afastar de ti. Por mim, via-te todos os dias, nem que fosse só um bocadinho, por mim, estava contigo agora mesmo, para aproveitarmos o tempo perdido.
Tu és sangue do meu sangue, fazes parte de mim, da minha vida, e mesmo não estando comigo, ninguém te tira do meu pensamento, do meu coração e nunca ninguém vai ocupar o teu lugar. Um lugar que vai estar sempre à espera que apareças para poder ser preenchido, um lugar que, aconteça o que acontecer, é só teu !
Prometo-te, aqui e agora, que eu não morro sem te ver uma última vez. Prometo, nem que seja a última coisa que eu faça. Eu prometo mano. (L)
Apesar de tudo, eu amo-te irmão de sangue. (L)




« a alegria de saber que existes, faz-me forte para suportar a tristeza da tua ausência. »

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